letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
08
Dez 16
publicado por RAA, às 00:06link do post | comentar

Talvez. Talvez por ser homem, talvez por ser contra o aborto, talvez por não ser moralista, interessava-me mais estar agora a discutir a eutanásia.

***
É preciso ser-se um grande estupor para negar a alguém consciente a possibilidade de, numa situação-limite, pôr fim à sua própria vida da forma mais tranquila, auxiliado por quem se disponha a ter essa piedade última.

24
Nov 12
publicado por RAA, às 02:35link do post | comentar

Bandeei-me para aqui.


23
Nov 12
publicado por RAA, às 09:00link do post | comentar | ver comentários (2)

22
Nov 12
publicado por RAA, às 09:00link do post | comentar

21
Nov 12
publicado por RAA, às 20:07link do post | comentar

Marcel Duchamp, L.H.O.O.Q. (1919)

Colecção particular


publicado por RAA, às 09:00link do post | comentar
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20
Nov 12
publicado por RAA, às 20:05link do post | comentar

Cavaleiro Ardent, de François Craenhals


publicado por RAA, às 09:00link do post | comentar

19
Nov 12
publicado por RAA, às 20:02link do post | comentar

Amedeo Modigliani, Cariátide (1912)

(col. particular, Milão)


publicado por RAA, às 13:19link do post | comentar

* o «Pórtico» de quatro páginas é um bosquejo de história social e económica (e também mental) do percurso da lã na Serra da Estrela ao longo dos tempos: do surgimento dos «primeiros teares», abastecidos pelos «rebanhos dos Hermínios», presumo que na Idade do Ferro, às fábricas da Covilhã, com milhares de operários, cuja vida oscilava à medida da flutuação dos preços da matéria-prima nas praças internacionais.
* Sobre a passagem das horas: da condição pré-moderna dos tecelões domésticos -- detentores dos factores de produção como do tempo de trabalho --, ao proletariado fabril que, se possuía algo, pouco mais seria que a vontade de progredir e resistir (ou resistir e progredir). Vontade que só a alguns implicarão significações que vão para além o estômago, como é costume.
* Publicado em 1947, A Lã e a Neve é não apenas um dos romances de maior notoriedade de Ferreira de Castro; é também, parece-me, aquele que ombreia com A Selva -- por muito relevantes que sejam Emigrantes, Eternidade ou A Curva da Estrada. Outro livro que apresenta o homem como transeunte quase impotente no meio dos elementos, das «soledades alpestres».

* Uma mera indicação, que não acrescenta nem retira nada:  A Lã e a Neve é o livro mais traduzido de Ferreira de Castro, depois de A Selva, é claro...

* A Lã e a Neve põe questões teóricas interessantes sobre o neo-realismo; algo que também é pouco relevante para a obra literária.

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