Perde horas preciosas de um tempo precioso a incutir energia ao rei idiota e à corte versátil. É de aço. Como todo o homem de estado, vive na falsidade, na mentira, numa atmosfera de suspeições. Atende o que é mesquinho e inútil, os pequenos-nadas, os ditos, as frivolidades, os trapos, as vaidades e os ridículos, o soberano sem miolos, os homens fúteis, os bonecos da corte, e depois arca com a tempestade napoleónica. El-Rei Junot
