letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
26
Abr 06
publicado por RAA, às 22:43link do post | comentar | ver comentários (2)














Que Camilo, o deste Tòssan!

publicado por RAA, às 18:19link do post | comentar
Fernando Botero, Natureza Morta com Alaúde
Colecção particular

publicado por RAA, às 18:18link do post | comentar | ver comentários (4)
Quem não faz bem a uma pessoa, faz-lhe mal...
Gorki
Que ficará duma vida tão plenamente cumprida, prolongada nos filhos e nos netos, da bondade para além das vazias palavras de circunstância, praticada cada dia sem olhar a quem? Que ficará, senão a memória do terno riso sofrido da minha Mãe? Bondade e eternidade, imperfeitíssima rima.

publicado por RAA, às 00:32link do post | comentar














Filmaço, também.

25
Abr 06
publicado por RAA, às 02:15link do post | comentar
Posted by Picasa

que varridela!,
mas que vassoirada!!...

publicado por RAA, às 02:10link do post | comentar | ver comentários (7)
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...é que nesse dia, o país começou a
viver

publicado por RAA, às 02:07link do post | comentar | ver comentários (2)
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Salgueiro Maia
um homem grande
num país minúsculo

24
Abr 06
publicado por RAA, às 16:29link do post | comentar
A ILHA

para a Ângela

A ilha era deserta e o mar com medo
de tanta solidão já te sonhava:
ia em vento chamar-te para longe
e longamente em espuma te esperava.

À cinza dos rochedos atirava
na grande madrugada adormecida,
já saudosos de ti, os braços de água,
sem ter acontecido a tua vida.

Sim, meu amor, antes de Zarco vir
provar o sumo e o travo à solidão,
no litoral de pedra pressentida
o mar imaginava esta canção.

E as lúcidas gaivotas desse tempo
talhavam como um voo o teu amor:
o início de lava e sal que deixa
(talvez) neste poema algum esplendor (1).

(1) A ilha hoje é um paraíso inglês
de orquídeas e renques orvalhados:
mister X e a cana do açúcar
mister Y, bancos, luz, bordados.

Ó Cesário, pudesses tu voltar
e deste cais onde não há varinas
ver os garotos na água a implorar
(sir, one penny) o oiro das neblinas.

Terra de Harmonia / Trabalho Poético

publicado por RAA, às 15:50link do post | comentar

23
Abr 06
publicado por RAA, às 20:18link do post | comentar
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Almada Negreiros, Auto-retrato com Grupo
Centro de Arte Moderna (FCG), Lisboa

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