letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
25
Fev 07
publicado por RAA, às 16:20link do post | comentar


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24
Fev 07
publicado por RAA, às 23:29link do post | comentar | ver comentários (3)


publicado por RAA, às 23:26link do post | comentar
A avó e o neto.
Durante semanas andei intrigado com aquele grupo, ao vê-lo passar sob as janelas da minha casa de campo, porque eu tinha a certeza de o conhecer de qualquer parte e não havia meio de me lembrar de onde. Um dia descobri. Conhecia-o de uma célebre poesia de João de Deus, em que mãe e filhos errantes, depois de baldadamente procurarem abrigo para passar a noite, aqui repelidos pela sentinela, além escorraçados pelos cães de guarda,
Se deitam no caminho
Até romper a manhã.
Havia também um cão -- um cão que poderia ser considerado da família, se a moral corrente nos permitisse definir o parentesco, não pelos laços de sangue entre animais da mesma espécie, mas pelos vínculos do amor entre criaturas quantas vezes de espécie diferente.
«Os dois»,
in Maria Liberta

23
Fev 07
publicado por RAA, às 23:13link do post | comentar


publicado por RAA, às 23:07link do post | comentar
Se o Poder me obcecasse, votaria nele.

publicado por RAA, às 19:44link do post | comentar

publicado por RAA, às 00:35link do post | comentar
OPAco

O TACO

22
Fev 07
publicado por RAA, às 23:14link do post | comentar | ver comentários (2)
DO MUITO IMAGINAR
Quando
os montes se transformarem em planícies,
secarem as águas dos rios,
cair neve em Agosto
florirem rosas no coração das nuvens,
quando tudo isto acontecer,
mais mil coisas de espantar,
então sim, deixarei de te amar.
Não é bem assim,
apenas palavras
"por virtude do muito imaginar."
Quando
chegar o dia da tranquilidade plena,
eu fechar por fim os olhos,
a escuridão suceder à luz,
o coração adormecer de vez
e eu partir na curta viagem
para o eterno vazio e o nada,
então sim, deixarei de te amar.
Não é bem assim,
mais palavras
"por virtude do muito imaginar."
Eu sei,
concluído tudo,
por veredas resplandecentes, no Céu,
vou ainda levar-te comigo,
ao encontro do musgo, da quietude e da alegria,
para, depois das lágrimas e da Terra,
te amar serenamente entre os deuses.
Terra de Musgo e Alegria

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