letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
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Dez 09
publicado por RAA, às 03:20link do post | comentar | ver comentários (2)


Fast Company, de David Cronenberg, Canadá, 1979 («David Cronenberg Retrospectiva»). Se eu não soubesse, e me dissessem que o filme era do Cronenberg, eu iria ali e já voltaria... O mundo louco e perigoso das corridas de dragsters, uns carros insanos que eu tinha na minha colecção da Matchbox + miúdas boazudas, estão a ver? Mas fascínio pelas máquinas e pelo insólito d(n)elas, está lá.


Flickan
, de Fredrik Edfeldt, Suécia, 2009 («Em competição»). Uma rapariga (flickan) de dez anos é deixada nas mãos de uma tia tonta e irresponsável porque os paizinhos vão ajudar em África, na cooperação. A tonta da tia pisga-se com um namorado e a miúda fica entregue a si própria, uma casa vazia no campo, mas vizinhança não hostil. É um filme melancólico, de grande intensidade poética. A pequena actriz é luminosa, duma beleza de retábulo flamengo. A música e a fotografia são esplêndidas. Por mim, era um dos que podia ter ganho a competição; obteve uma menção especial do júri.


Felicia Inaiante de Toate, de Melissa De Raaf e Razvan Radulescu, Roménia, Bélgica, França, Croácia, 2009 («Em competição»). «Felícia, antes de tudo». Antes de mais, uma actriz fantástica: Ozana Oancea no papel da filha solícita e responsável, a viver na Holanda, no período de férias anuais de visita à família, que cria dependência dela -- mais emocional que material -- sufocando-a com as suas exigências. Insuperável está a mãe, autêntico pain-in-the-ass, interpretada brilhantemente por Ileana Cernat. Recebeu o «Prémio Cineuropa».

publicado por RAA, às 01:05link do post | comentar

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