letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
24
Out 10
publicado por RAA, às 16:05link do post | comentar | ver comentários (6)
Respondi há tempos ao convite da Ana Vidal, do Delito de Opinião.


Abaixo do baixo
desceste,
tanto quanto o
instinto te impôs.

Não esteve em ti,
não dependeu de
ti a salvação
que procuraste.

Veio de ti, porém;
e outro ficaste, sem
saberes como foi que
uma família te compôs.

publicado por RAA, às 15:59link do post | comentar

publicado por RAA, às 15:55link do post | comentar

publicado por RAA, às 03:57link do post | comentar | ver comentários (6)
A um homem já idoso censurava-se que fizesse a corte a jovens donzelas. "É o único meio -- replicava ele -- de se rejuvenescer e isso qualquer pessoa o deseja."
Goethe, Máximas e Reflexões (trad. Afonso Teixeira da Mota)

23
Out 10
publicado por RAA, às 16:33link do post | comentar
Cândido Portinari, Ícaro e Prometeu
Colecção particular, Rio de Janeiro
(daqui)

publicado por RAA, às 16:12link do post | comentar

22
Out 10
publicado por RAA, às 19:48link do post | comentar

21
Out 10
publicado por RAA, às 19:01link do post | comentar | ver comentários (12)
eu bem tento parecer um eça, mas resvalo quase sempre prò camilo...



publicado por RAA, às 15:05link do post | comentar | ver comentários (2)
de Teixeira de Pascoais (1915). Como poética, bom -- por vezes precioso: «desejar é querer e querer é esperar» (3.ª ed., Lx., Assírio & Alvim, 1998, p. 76); como história, como sociologia, como política -- e fundamentos delas, destinados «à mocidade» --, um disparate (v.g.: «Se a nossa grandeza morreu materialmente, foi para ressurgir em espírito. O Sebastianismo, sendo a expressão mítica da nossa dor, é já, em sombra nocturna, o futuro sol da Renascença.» -- p. 117). Disparates que, sem fazerem vencimento, larvaram em sectores do pensamento português desde então, em oposição ao racionalismo sergiano e sequentes.

20
Out 10
publicado por RAA, às 23:57link do post | comentar

Os tolos admiram tudo num autor consagrado. Eu só leio para mim e só gosto daquilo que me dá prazer.
Voltaire, Cândido 

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