letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
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Jan 09
publicado por RAA, às 19:59link do post | comentar
I

Em que me prolongam os filhos?
O que de mim neles vive?

II

O que dirá aos meus netos a bengala com o monograma gravado no castão do bisavô?
Ser-lhes-á ele o nome, ou uma imagem apenas?

III

E aos netos dos netos, o que restará deste avô que ainda não o é?
Será que lhes chega algum eco longínquo da sua voz?

IV

E depois, quando tudo passar?

Belíssimas e pertinentes interrogações!

Creio que nos prolongam sempre. Mas interrogo-me igualmente se é mesmo assim (?), e exactamente de que modo (?).

Para pensarmos... :)
Ana Paula a 12 de Janeiro de 2009 às 01:54

... ou não :)

Obrigado, Ana Paula.
RAA a 12 de Janeiro de 2009 às 18:35

Ou não.

Concordo :)
Ana Paula a 13 de Janeiro de 2009 às 00:27

Ficam sempre as imaginações, os legados e as recordações. E eu, que fui avó no outro dia, quero acreditar que é assim.
Grande Jóia a 15 de Janeiro de 2009 às 11:22

Que bonito, Grande Jóia! :)
Muitos parabéns, e felicidades!
RAA a 15 de Janeiro de 2009 às 18:14

Muito obrigada. Vai que não tarda é a sua vez... :)
Grande Jóia a 15 de Janeiro de 2009 às 20:12

Espero que ainda faltem uns anitos... :|
RAA a 15 de Janeiro de 2009 às 23:01

Detesto dizer isto, mas os anitos passam num sopro e nenhum de nós está preparado para essa realidade. Deus deve gostar mesmo de nós, porque nos dá os últimos 25anos com muito vagar. Por isso e em condições naturais tornamo-nos avós cada vez mais tarde, para termos tempo e caminhar devagar.
Grande Jóia a 16 de Janeiro de 2009 às 02:22

Muito devagar, esperemos.
RAA a 16 de Janeiro de 2009 às 22:59

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