Sinto muito em te informar: vais ficar a espera. No instrumento, mas noutro estilo, só o comparo, mesmo assim em importância, não musicalmente, ao Jaco Pastorius (http://www.jacopastorius.com/). ambos, cada um em seu estilo, são daqueles que podemos afirmar: "tocou-se baixo, antes e depois deles". Grandes sons em teu blog.
Estavamos na conversa aqui ao jantar, quando quem surgiu do nada? Você. Era sobre um comentário que fizeste ao Rodrigo, via MS Messenger, e seu alívio digestivo ao saber que ele gostava de Camel. Ouvindo o mesmo, me ocorreu dizer que a música Fingertips do Stationary Traveller seria impossível sem a existência do Jaco Patorius, que foi o louco que retirou os trastes do baixo electrico e proporcionou aquela sonoridade indescritivel do chamado baixo fretless. (http://www.jazzitalia.net/lezioni/bassoelettrico/be_fretless_eng.asp)
Obrigado Edgard. O Pastorius não é, infelizmente, da minha criação, ao contrário do Squire e dos Yes, que era a banda que aqui «secundava», digamos, os Genesis, a nº 1 nesses idos de 74/75, quando comecei a ouvi-los.