letras, sons, imagens -- revolução & conservação -- ironia & sarcasmo -- humor mau e bom -- continua preguiçoso
30
Jun 11
publicado por RAA, às 19:40link do post | comentar
daqui

20
Abr 11
publicado por RAA, às 20:54link do post | comentar
daqui

14
Abr 11
publicado por RAA, às 22:57link do post | comentar
aqui

01
Fev 11
publicado por RAA, às 13:18link do post | comentar

07
Abr 06
publicado por RAA, às 20:26link do post | comentar | ver comentários (2)
Posted by Picasa

Collecting Jethro Tull, uma ligação

15
Ago 05
publicado por RAA, às 16:08link do post | comentar | ver comentários (4)
Muito novaiorquinos, apesar da escocência do «líder», os Talking Heads estiveram numa linha de rock de vanguarda característica da big apple, já frequentada por gente como os Velvet Underground, e continuando a sê-lo por outra, como Nick Cave. Todo inglês, assombrava-me menos a novidade que eles indubitavelmente representaram -- principalmente com o concurso, na produção, do britânico Eno --, e mais a personagem David Byrne, na altura pelas vocalizações alucinadas que, não sendo dele específicas, lhe calhavam muito bem. Aliás, os Talking Heads eram Byrne, como os Boomtown Rats foram Geldof, os Uriah Heep, Hensley ou os Jethro Tull, Anderson -- bandas de um homem só, com os seus instrumentistas que, nalguns casos, quase que funciona(va)m como assalariados. E por falar em bandas de um homem só, é notável a influência que Byrne e os Talking Heads acabaram por ter em Robert Fripp, dos King Crimson, músico de mão-cheia, com muito mais anos de estúdio e de estrada. Compare-se Fear of Music (1979) e Discipline (1981), por exemplo faixas como «I Zimbra» (onde o próprio Fripp colabora com a sua guitarra) e «Thela Hun Ginjeet»; repare-se na forma quase imitativa do vocalista de ocasião, Adrian Belew. Posto isto, não hesito em apontar Discipline como um álbum um pouco superior a Fear of Music.

mais sobre mim
Novembro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

15


25
26
27
28
29
30


pesquisar neste blog
 
blogs SAPO